domingo, 22 de janeiro de 2017

[Resenha] Redenção Pelo Amor - Nana Pauvolih

Olá Pessoal!

Lendo Redenção ao amor você imagina uma mocinha desprotegida, um garoto rico e mimado que se encontram pelo acaso do destino se apaixonam e vivem felizes para sempre, até que no meio desse pra sempre há uma pedra que chega ao fim. 

Confesso que fiquei pensando, poxa ai vem o mais uma história de CEO super protetor e baboseiras (por que até hoje não entendo o porquê o cara é o suprassumo de tudo e ter que manipular a vida da mocinha), mais com o desenrolar o leitor percebe que a coisa não é bem assim então vou começar do inicio.

O mais contido dos três, Antonio Saragoça (Jesus fico nervosa só de pensar), é o bofe que não da ousadia pra ninguém, na verdade é que no primeiro livro da trilogia o nosso Reizinho Arthur aparece no casamento dele, mas não se fala muito. Já no livro do nosso delicioso anjo dominador Mat, há uma conversa deles em que nosso CEO gostosão fala que só amou apenas uma mulher Cecília, pra desespero geral das Nanetes. 

Então, meu querido Antonio era filho mais velho de uma família líder no mercado de cosméticos a CORPÓREA, e seu pai tinha um grande amigo com uma filha solteira (claro por que todo livro tem que ter uma quenga chefe) dono da VENERE, ambos tinham um sonho de unir as empresas e as riquezas nem que pra isso precise pisar nos sentimentos dos filhos. 

Antonio além de lindo, frio e calculista se deu em sacrifício, e com a fusão de ambas empresas pudessem atacar com tudo o mercado internacional. Com isso começou o namoro com a "quenga" chefe da Ludimila estudante de medicina, unindo o útil ao agradável formando assim a CORPÓREA & VENERE.

Até que um belo dia no engarrafamento ( me lembrei da música de aviões “parei meu carro no sinal e ela me deu bola, vou arrumar o jeito de falar com ela agora”), Antonio olha pra um carro e enxerga algo que mudaria sua vida a partir daquele momento, um par de coxas torneadas e morenas em volta de um vestido branco. GRANDE PROBLEMA. Um homem pode ser literário, mas quando quer pega até uma estrela no céu pra impressionar a gatinha. Juro que depois que li que o "bofe" larga o carrão dele pra ir atrás dela nunca mais olhei um engarrafamento com olhos negativos, nunca se sabe né.

Todo cheio de charme dá seu numero à ela, e é claro que fica igual a cachorro "pidão" doido pra comer o frango da televisão. Claro que com a "quenga" chefe, aquela mesmo Lud (ho criaturinha chata), até para da uma comparecida tinha frescura e a peste vinha todos os finais de semana, coitado do meu CEO gostosão tinha que aturar comer pepeca frigida da "quenga". Ela só fazia "doce" mais estava doida pra ele pegar ela de jeito, doido pra afogar as magoas e da uns tapas com aquela mão enooooorme, só que começa a safadeza pegando as duas, cretino juro que xinguei. De segunda a quinta pegava a Cecília linda gostosona de sexta a domingo a chata da Ludimila. 

Cecília era virgem minha gente, e tinha medo de entregar a "pepeca" e ele cair fora, porém os amassos eram dignos de enlouquecer qualquer um, então ficava assim; com a Cecília os amassos e com a Ludimila ele matava e afogava o ganso, mais enquanto isso Cecília bem que aproveitava o parque do meu Antonio que apelidou ele de SOBERANO ( é assim que vou trata-lo de agora em diante), apesar dela ser virgem brincava muito com a anaconda do Soberano. 

Bem daí claro que ele começa a esfriar com a "quenga" da Lud, e ela que de boba não tem nada começa a desconfiar que o soberano está reinando em  outras terras. Claro que ela sai toda "serelepe" e dá uma de fofoqueira contando tudo para o pai de Antonio que tem um "troço". Nosso soberano se sente culpado, e como eu disse lá em cima, que nos sabemos desde o primeiro livro é que ele se casa com a "quenga" da Lud. 

Nana escreve de uma forma que faz a gente morrer de curiosidade até o desenrolar da trama, confesso a você minha amiga que o Soberano é o meu xodó. Sou louca e apaixonada por ele a volta que todos os personagens dão inclusive com a ajuda de seus amigos Arthur e Mateus e de suas respectivas primeiras damas.

Acho o livro diferente, pois a trama não gira em torno de um único personagem e sim de vários dando voz e vez aos personagens secundários, a trama é repleta de emoção e sentimentos velados de ambas as partes, com um final surpreendente e a punição dos envolvidos nos sentimos vingados. Esse não é um livro que deixa a sensação de incompletude, por isso sou apaixonada pelo Antonio Soberano por que ele realmente conquistou minha vida desde o primeiro momento que comecei a ler, até suas linhas finais.

Então galera corre pra ler Redenção ao Amor por que ele vai te surpreender e você vai compreender que um verdadeiro amor é capaz de ser uma verdadeira redenção.

Até a próxima resenha beijos de caramelo pra todas.

Simone Trindade
Resenhista

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O primeiro livro da série The Royals, a nova sensação new adult dos EUA.

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